O Aeroporto Ben Gurion, próximo a Tel Aviv, Israel, implementou rigoroso controle de tráfego a partir de 23 de março de 2026, permitindo apenas um voo de entrada e um voo de saída por hora. A ministra dos Transportes de Israel, Miri Regev, afirmou que a medida visa enfrentar ameaças de segurança regional e garantir a segurança da aviação. A companhia aérea israelense El Al reduziu drasticamente suas operações de voo, com a oferta de assentos caindo para cerca de 5% do nível normal. 
Os voos de chegada no Aeroporto Ben Gurion não estão sujeitos a um limite de passageiros, mas cada voo de partida está limitado a 50 passageiros, o que afetou severamente o horário normal de voos do aeroporto. A El Al afirmou que as operações de voo se concentrarão principalmente em serviços essenciais, priorizando casos humanitários e médicos. A companhia aérea continuará a operar voos para destinos-chave como Nova York, Los Angeles, Miami, Londres, Paris, Roma e Atenas.
A El Al vem realizando voos de repatriação desde a escalada do conflito regional em 28 de fevereiro de 2026. A empresa defende a abertura do Aeroporto Ramon, próximo a Eilat, como uma alternativa para manter parte dos serviços aéreos internacionais. O Aeroporto Ramon está a mais de quatro horas de carro de Tel Aviv, próximo às fronteiras de Israel com a Jordânia e o Egito.
Outras companhias aéreas israelenses também enfrentam pressões operacionais. A Arkia transferiu a maioria de seus voos para Aqaba, na Jordânia, e Taba, no Egito, incluindo rotas para Nova York, Bangkok e Hanói. Voos de e para Larnaca, Chipre, e Atenas ainda operam no Aeroporto Ben Gurion. O CEO da Arkia, Oz Berlowitz, declarou: "As restrições atuais tornam as operações aéreas regulares impossíveis, o que equivale, na prática, ao fechamento dos céus de Israel."









